Assim como a chuva de inverno,
que cai no silêncio da noite
sofro calada... sem amores...
e o choro da alma,
que inferniza essa sina,
que adormece na beleza das flores,
esconde seus encantos...
oh, redolentes rosas...!
profanaram minha alma
e o que é mais triste,
a dor que reina nessa solidão
das folhas secas como essa pele
e os espinhos,
finos picos que ferem o coração...
da fria manhã de orvalho
que gela e machuca,
assim como a luz a aurora,
quando brilha queima,
não deixa dormir...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
chuva....
Chove dentro de minha alma
Mas não a água que limpa
Nem aquela que alivia a dor...
Mas chovem as lágrimas
O sol, triste agonia,
de uma vida outrora...
Chove a enchente de minha vida
que derrama o meu passado,
que afoga o meu presente...
Chove, essa tempestade que surra o meu telhado
que esconde a beleza la fora
e me prende nessa casa...
Chove, cada pingo um sofrer
e cai por terra,
sobre as cabeças dos mortais ...
E essa agonia que persegue
que não me deixa dormir
que é essa chuva que cai
que faz barulho no meu telhado...
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Curtas...
Na minha alma pairam sentimentos de dor e de mágoa...
Não aliviam nem crescem
Mas ali permanecem,
Como folhas de inverno boiando na água...Julia Z.
Não sou nada...
Nunca serei nada...
Não posso querer mais nada...
À parte disso, tenho em mim todos os sonhos do mundo...(...)
(A de Campos)
“O tempo passa. Mesmo quando parece impossível. Mesmo quando cada batida dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.”
(lua nova)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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