domingo, 17 de janeiro de 2010

esperanças


No orco vazio do ódio infinito...
onde a dor e a solidão serão meus piores
castigos...
um dia era o destino,
que nunca fora meu melhor amigo,
esperança de todo ar que ainda respiro...
a traição veio como um pisar em espinhos...
E logo a ferida que se rompe em minha pele...
o sangue corre feito lágrimas...
quero gritar, liberte-me por fafor...
salve-me desse sofrimento...
traga-me de volta à vida...
leve-me desta langorosa sina...
seu aroma... suas asas, tão macias...
permaneceria aqui a eternidade,
para em troco pod
er senti-las ao menos mais u
ma vez...

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