Esse vento que me toca,
esse frio que arrepia minha pele.
Congela minhas lágrimas,
transforma-as em cristais,
e com eles adorno as campas de meu passado...
Essa melodia que soa longe
esse som que me persegue...
esse abutre que me espera...
espera minha morte... minha carne...
e a cada canto seu, cada vez mais forte,
anuncia com alegria a vida aos poucos se esvaindo...
Essa noite intensa, dessa escuridão...
Essa luz que arde nos meus olhos...
que me tira o sono...
esse frio que arrepia minha pele.
Congela minhas lágrimas,
transforma-as em cristais,
e com eles adorno as campas de meu passado...
Essa melodia que soa longe
esse som que me persegue...
esse abutre que me espera...
espera minha morte... minha carne...
e a cada canto seu, cada vez mais forte,
anuncia com alegria a vida aos poucos se esvaindo...
Essa noite intensa, dessa escuridão...
Essa luz que arde nos meus olhos...
que me tira o sono...
Essa lua que me observa... triste...
sua angustia me tira a paz
parece que sabe o que sinto
parece me dizer algo...
Não quer que eu vá
oh, amiga querida!
tão só, tão bela
sempre ali, no mesmo lugar
fiel companheira de todas as noites
ouve paciente minhas lamurias...
e como consolo recebo apenas sua luz,
que faz meus cristais brilharem...
coisa linda, admiro num sorriso
quer me ver feliz...
mau sabe meu sofrimento...
Mas talvez quem sabe, depois dessa vida,
eu vire uma estrela
e poder então com a lua morar...
e juntas iluminarmos outras faces desiludidos...
parece que sabe o que sinto
parece me dizer algo...
Não quer que eu vá
oh, amiga querida!
tão só, tão bela
sempre ali, no mesmo lugar
fiel companheira de todas as noites
ouve paciente minhas lamurias...
e como consolo recebo apenas sua luz,
que faz meus cristais brilharem...
coisa linda, admiro num sorrisoquer me ver feliz...
mau sabe meu sofrimento...
Mas talvez quem sabe, depois dessa vida,
eu vire uma estrela
e poder então com a lua morar...
e juntas iluminarmos outras faces desiludidos...

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